{"id":2019,"date":"2023-07-05T23:12:47","date_gmt":"2023-07-06T02:12:47","guid":{"rendered":"http:\/\/fabricadescripts.com.br\/igrejas\/IGRE3535\/?p=2019"},"modified":"2023-07-05T23:12:47","modified_gmt":"2023-07-06T02:12:47","slug":"uma-conversa-franca-sobre-o-pecado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fabricadescripts.com.br\/igrejas\/IGRE3535\/uma-conversa-franca-sobre-o-pecado\/","title":{"rendered":"Uma conversa franca sobre o pecado"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<p>A dor do pecado \u00e9 sempre maior do que seu prazer. A ang\u00fastia que dele decorre \u00e9 maior do que sua ef\u00eamera satisfa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A for\u00e7a que se faz para resisti-lo \u00e9 menor do que o peso da culpa, e sua consequente agonia de morte\u2026 Digo morte porque a perda da alegria da comunh\u00e3o com o Pai \u00e9 como a morte, afinal nele nos movemos, existimos e vivemos (At 17.28). Esta agonia de morte, da perda da comunh\u00e3o \u00e9 t\u00e3o peculiar ao pecado que traz consigo a sensa\u00e7\u00e3o do abandono de Deus do qual nem mesmo nosso salvador ficou isento. Conquanto n\u00e3o tivesse pecado, a palavra nos diz que Ele se fez pecado em nosso lugar, e por consequ\u00eancia na cruz exclamou: \u201cDeus meu, Deus meu, porque me desamparaste.\u201d<\/p>\n<p>A realidade do que \u00e9 o pecado deve estar clara para o crist\u00e3o. Temos de nos desiludirmos dele. Por exemplo: quanto tempo dura o seu prazer? A satisfa\u00e7\u00e3o de ter gritado e xingado algu\u00e9m que nos feriu\u2026 quando tempo dura? A euforia provocada pelas bebidas e as drogas\u2026 quando tempo dura? O prazer da sedu\u00e7\u00e3o\u2026 quanto tempo dura? Pensemos a respeito. Quanto tempo dura essas coisas? Todas as nossas decis\u00f5es, a\u00e7\u00f5es e atitudes tem efeitos imediatos, efeitos a m\u00e9dio e a longo prazo. H\u00e1 efeitos que al\u00e9m de percorrer essa linha de consequ\u00eancias, ecoar\u00e3o tamb\u00e9m na eternidade, e somente quando l\u00e1 estivermos, descobriremos em se deram\u2026 Em rela\u00e7\u00e3o ao pecado, o seu efeito imediato pode n\u00e3o ser a sensa\u00e7\u00e3o de culpa, desgosto e tristeza, mas depois os seus males indubitavelmente se manifestar\u00e3o. Aqui est\u00e1 uma lei t\u00e3o certa quanto certa \u00e9 a lei da gravidade. N\u00e3o h\u00e1 como manipul\u00e1-la ou dela escapar. H\u00e1 algu\u00e9m que praticou algo contra a luz de sua consci\u00eancia, e conseguiu se livrar das consequ\u00eancias?<\/p>\n<p>A sensa\u00e7\u00e3o que temos, quando diante da tenta\u00e7\u00e3o, \u00e9 de que conseguiremos estender ao m\u00e1ximo o seu prazer. A situa\u00e7\u00e3o pecaminosa \u00e9 vivenciada de tal forma que o prazer se torna nosso sentido de vida naquele momento. A sua compuls\u00e3o em n\u00f3s \u00e9 t\u00e3o esmagadora que resistir parece ser tarefa inconceb\u00edvel. Mas, \u201cenganoso \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecer\u00e1?\u201d \u2013 pergunta o profeta. Conhecer o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo, mas \u00e9 necess\u00e1rio. Paulo nos recomenda que devemos examinar a n\u00f3s mesmos (1Co 11.28). Somente aqueles que examinam o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o conhecem suas faltas pessoais e \u00e9 capaz de ser tolerante com os erros, defeitos e limites do seu pr\u00f3ximo. Essa n\u00e3o \u00e9 uma tarefa para meninos. Mas para homens e mulheres com consci\u00eancias amadurecidas no evangelho. N\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil; afinal, mesmo ao examinar o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o, o fazemos a partir dos olhos do nosso pr\u00f3prio entendimento. Penso que foi com esta preocupa\u00e7\u00e3o, ou seja, diante da possibilidade do autoengano que Davi exclamou diante do Senhor: \u201cQuem h\u00e1 que possa discernir as pr\u00f3prias faltas? Expurga-me tu das que me s\u00e3o ocultas\u201d (Sl 19.12).<\/p>\n<p>N\u00e3o quero fazer apologia do pecado, mas reconhe\u00e7o que as li\u00e7\u00f5es dele s\u00f3 se aprendem (com a devida gravidade) na pr\u00e1tica. Somente aqueles que se sabem como grandes pecadores, conseguem enxergar a sua enorme depend\u00eancia de Deus. Novamente Davi nos \u00e9 extremamente \u00fatil. No Sl 130 exclamou: \u201cDas profundezas a ti clamo, \u00f3 Senhor\u201d.J\u00e1 no Sl 88.6 foi mais incisivo: \u201cPuseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas\u201d.<\/p>\n<p>Como \u00e9 o nosso cora\u00e7\u00e3o? Um jardim florido, uma terra de paz ou de guerra? Davi pode enxergar as profundezas e as trevas interiores que o habitavam, e \u00e9 o nosso exemplo. N\u00e3o devemos nos iludir: o caminho da perfei\u00e7\u00e3o \u00e9 cont\u00ednuo, vit\u00f3rias alcan\u00e7adas n\u00e3o exclui a necessidade da vigil\u00e2ncia cont\u00ednua, e a experi\u00eancia n\u00e3o deve gerar automatismos de conduta em n\u00f3s, como se toda circunst\u00e2ncia fosse igual a outra.<\/p>\n<p>Pensemos no ap\u00f3stolo Paulo. Como o imaginamos? Esse grande servo do Senhor que escreveu a maior parte do novo testamento foi um gigante na f\u00e9. Ser\u00e1 que via a si mesmo como um santo? Sempre me impressionei com as cartas de Paulo, e com alguns vers\u00edculos em particular. Um dos que mais tem marcado minha caminhada est\u00e1 em 1Tm1.15: \u201cEsta \u00e9 uma palavra fiel, e digna de toda a aceita\u00e7\u00e3o, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal\u201d. Aqui est\u00e1 um servo, depois de v\u00e1rios anos de caminhada, escrevendo uma de suas \u00faltimas cartas, plenamente consciente de sua condi\u00e7\u00e3o de pecador. Chega ser paradoxal pensar que \u00e0 medida que os anos passam, e a caminhada acontece, a consci\u00eancia do pecado aumenta, mas \u00e9 exatamente isso que se d\u00e1 quando nos aproximamos da luz de Deus. Quanto mais luz, mas expl\u00edcito fica o que diante dela se exp\u00f5e. Assim, a comunh\u00e3o com Deus sempre h\u00e1 de produzir no homem revela\u00e7\u00e3o pessoal, auto consci\u00eancia, e a certeza de que suas aparentes justi\u00e7as n\u00e3o passam de \u201ctrapos de imund\u00edcia\u201d. Somente diante dessa luz se v\u00ea as \u201cimund\u00edcias da carne e do esp\u00edrito, e se aperfei\u00e7oa a santifica\u00e7\u00e3o no temor de Deus\u201d(2Co 7.1).<\/p>\n<p>Indagamos muito a respeito de um fato comum na vida de algumas pessoas: por vezes, vemos que aqueles que se deram efusivamente \u00e0 pr\u00e1tica do pecado, e caminharam por caminhos demasiadamente tenebrosos, quando encontram com Jesus, e se deixam transformar por Ele, frequentemente s\u00e3o pessoas grandemente usadas pelo Esp\u00edrito, o qual lhes confia a administra\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios dons. Quem nunca ouviu um testemunho de um ex-bruxo, um ex- presidi\u00e1rio, ex-drogado, ex-traficante e tantos outros. Sempre pensava sobre essas aparentes \u201ccoincid\u00eancias\u201d, quando Deus me levou a compreender que tal fato normalmente se d\u00e1 em fun\u00e7\u00e3o dessas pessoas reconhecerem a enorme car\u00eancia e depend\u00eancia que t\u00eam da comunh\u00e3o com Deus; e praticarem a comunh\u00e3o com disciplina e severidade. A consci\u00eancia da car\u00eancia \u00e9 t\u00e3o grande quanto for a consci\u00eancia de qu\u00e3o pecador se \u00e9. E ent\u00e3o? Vamos pensar seriamente sobre o pecado?<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A dor do pecado \u00e9 sempre maior do que seu prazer. A ang\u00fastia que dele decorre \u00e9 maior do que sua ef\u00eamera satisfa\u00e7\u00e3o. A for\u00e7a que se faz para resisti-lo \u00e9 menor do que o peso da culpa, e sua consequente agonia de morte\u2026 Digo morte porque a perda da alegria da comunh\u00e3o com o Pai \u00e9 como a morte, afinal nele nos movemos, existimos e vivemos (At 17.28). Esta agonia de morte, da perda da comunh\u00e3o \u00e9 t\u00e3o peculiar ao pecado que traz consigo a sensa\u00e7\u00e3o do abandono de Deus do qual nem mesmo nosso salvador ficou isento. Conquanto n\u00e3o tivesse pecado, a palavra nos diz que Ele se fez pecado em nosso lugar, e por consequ\u00eancia na cruz exclamou: \u201cDeus meu, Deus meu, porque me desamparaste.\u201d A realidade do que \u00e9 o pecado deve estar clara para o crist\u00e3o. Temos de nos desiludirmos dele. Por exemplo: quanto tempo dura o seu prazer? A satisfa\u00e7\u00e3o de ter gritado e xingado algu\u00e9m que nos feriu\u2026 quando tempo dura? A euforia provocada pelas bebidas e as drogas\u2026 quando tempo dura? O prazer da sedu\u00e7\u00e3o\u2026 quanto tempo dura? Pensemos a respeito. Quanto tempo dura essas coisas? Todas as nossas decis\u00f5es, a\u00e7\u00f5es e atitudes tem efeitos imediatos, efeitos a m\u00e9dio e a longo prazo. H\u00e1 efeitos que al\u00e9m de percorrer essa linha de consequ\u00eancias, ecoar\u00e3o tamb\u00e9m na eternidade, e somente quando l\u00e1 estivermos, descobriremos em se deram\u2026 Em rela\u00e7\u00e3o ao pecado, o seu efeito imediato pode n\u00e3o ser a sensa\u00e7\u00e3o de culpa, desgosto e tristeza, mas depois os seus males indubitavelmente se manifestar\u00e3o. Aqui est\u00e1 uma lei t\u00e3o certa quanto certa \u00e9 a lei da gravidade. N\u00e3o h\u00e1 como manipul\u00e1-la ou dela escapar. H\u00e1 algu\u00e9m que praticou algo contra a luz de sua consci\u00eancia, e conseguiu se livrar das consequ\u00eancias? A sensa\u00e7\u00e3o que temos, quando diante da tenta\u00e7\u00e3o, \u00e9 de que conseguiremos estender ao m\u00e1ximo o seu prazer. A situa\u00e7\u00e3o pecaminosa \u00e9 vivenciada de tal forma que o prazer se torna nosso sentido de vida naquele momento. A sua compuls\u00e3o em n\u00f3s \u00e9 t\u00e3o esmagadora que resistir parece ser tarefa inconceb\u00edvel. Mas, \u201cenganoso \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecer\u00e1?\u201d \u2013 pergunta o profeta. Conhecer o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo, mas \u00e9 necess\u00e1rio. Paulo nos recomenda que devemos examinar a n\u00f3s mesmos (1Co 11.28). Somente aqueles que examinam o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o conhecem suas faltas pessoais e \u00e9 capaz de ser tolerante com os erros, defeitos e limites do seu pr\u00f3ximo. Essa n\u00e3o \u00e9 uma tarefa para meninos. Mas para homens e mulheres com consci\u00eancias amadurecidas no evangelho. N\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil; afinal, mesmo ao examinar o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o, o fazemos a partir dos olhos do nosso pr\u00f3prio entendimento. Penso que foi com esta preocupa\u00e7\u00e3o, ou seja, diante da possibilidade do autoengano que Davi exclamou diante do Senhor: \u201cQuem h\u00e1 que possa discernir as pr\u00f3prias faltas? Expurga-me tu das que me s\u00e3o ocultas\u201d (Sl 19.12). N\u00e3o quero fazer apologia do pecado, mas reconhe\u00e7o que as li\u00e7\u00f5es dele s\u00f3 se aprendem (com a devida gravidade) na pr\u00e1tica. Somente aqueles que se sabem como grandes pecadores, conseguem enxergar a sua enorme depend\u00eancia de Deus. Novamente Davi nos \u00e9 extremamente \u00fatil. No Sl 130 exclamou: \u201cDas profundezas a ti clamo, \u00f3 Senhor\u201d.J\u00e1 no Sl 88.6 foi mais incisivo: \u201cPuseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas\u201d. Como \u00e9 o nosso cora\u00e7\u00e3o? Um jardim florido, uma terra de paz ou de guerra? Davi pode enxergar as profundezas e as trevas interiores que o habitavam, e \u00e9 o nosso exemplo. N\u00e3o devemos nos iludir: o caminho da perfei\u00e7\u00e3o \u00e9 cont\u00ednuo, vit\u00f3rias alcan\u00e7adas n\u00e3o exclui a necessidade da vigil\u00e2ncia cont\u00ednua, e a experi\u00eancia n\u00e3o deve gerar automatismos de conduta em n\u00f3s, como se toda circunst\u00e2ncia fosse igual a outra. Pensemos no ap\u00f3stolo Paulo. Como o imaginamos? Esse grande servo do Senhor que escreveu a maior parte do novo testamento foi um gigante na f\u00e9. Ser\u00e1 que via a si mesmo como um santo? Sempre me impressionei com as cartas de Paulo, e com alguns vers\u00edculos em particular. Um dos que mais tem marcado minha caminhada est\u00e1 em 1Tm1.15: \u201cEsta \u00e9 uma palavra fiel, e digna de toda a aceita\u00e7\u00e3o, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal\u201d. Aqui est\u00e1 um servo, depois de v\u00e1rios anos de caminhada, escrevendo uma de suas \u00faltimas cartas, plenamente consciente de sua condi\u00e7\u00e3o de pecador. Chega ser paradoxal pensar que \u00e0 medida que os anos passam, e a caminhada acontece, a consci\u00eancia do pecado aumenta, mas \u00e9 exatamente isso que se d\u00e1 quando nos aproximamos da luz de Deus. Quanto mais luz, mas expl\u00edcito fica o que diante dela se exp\u00f5e. Assim, a comunh\u00e3o com Deus sempre h\u00e1 de produzir no homem revela\u00e7\u00e3o pessoal, auto consci\u00eancia, e a certeza de que suas aparentes justi\u00e7as n\u00e3o passam de \u201ctrapos de imund\u00edcia\u201d. Somente diante dessa luz se v\u00ea as \u201cimund\u00edcias da carne e do esp\u00edrito, e se aperfei\u00e7oa a santifica\u00e7\u00e3o no temor de Deus\u201d(2Co 7.1). Indagamos muito a respeito de um fato comum na vida de algumas pessoas: por vezes, vemos que aqueles que se deram efusivamente \u00e0 pr\u00e1tica do pecado, e caminharam por caminhos demasiadamente tenebrosos, quando encontram com Jesus, e se deixam transformar por Ele, frequentemente s\u00e3o pessoas grandemente usadas pelo Esp\u00edrito, o qual lhes confia a administra\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios dons. Quem nunca ouviu um testemunho de um ex-bruxo, um ex- presidi\u00e1rio, ex-drogado, ex-traficante e tantos outros. Sempre pensava sobre essas aparentes \u201ccoincid\u00eancias\u201d, quando Deus me levou a compreender que tal fato normalmente se d\u00e1 em fun\u00e7\u00e3o dessas pessoas reconhecerem a enorme car\u00eancia e depend\u00eancia que t\u00eam da comunh\u00e3o com Deus; e praticarem a comunh\u00e3o com disciplina e severidade. A consci\u00eancia da car\u00eancia \u00e9 t\u00e3o grande quanto for a consci\u00eancia de qu\u00e3o pecador se \u00e9. E ent\u00e3o? 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