{"id":11373,"date":"2026-03-13T12:18:54","date_gmt":"2026-03-13T15:18:54","guid":{"rendered":"https:\/\/fabricadescripts.com.br\/igrejas\/IGRE3535\/pastor-e-processado-apos-impedir-trans-em-banheiro-feminino-de-igreja-em-sp\/"},"modified":"2026-03-13T12:18:54","modified_gmt":"2026-03-13T15:18:54","slug":"pastor-e-processado-apos-impedir-trans-em-banheiro-feminino-de-igreja-em-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fabricadescripts.com.br\/igrejas\/IGRE3535\/pastor-e-processado-apos-impedir-trans-em-banheiro-feminino-de-igreja-em-sp\/","title":{"rendered":"Pastor \u00e9 processado ap\u00f3s impedir trans em banheiro feminino de igreja em SP"},"content":{"rendered":"<div>\n<p><span>Um pastor est\u00e1 sendo processado na Justi\u00e7a ap\u00f3s impedir um<\/span><span><strong> transg\u00eanero<\/strong><\/span><span> de usar o <\/span><span><strong>banheiro feminino<\/strong><\/span><span> da igreja, em Santo Andr\u00e9 (SP).<\/span><\/p>\n<p><span>O caso aconteceu durante um evento na Igreja Ale\u0301m do Ve\u0301u, no dia 20 de fevereiro. O homem trans, chamado Paola Bracho Mostarda Baracho, estava participando do culto e tentou usar o banheiro feminino.<\/span><\/p>\n<p><span>Ent\u00e3o, o pastor Davis Machado Oliveira se apresentou e informou que ele n\u00e3o tinha respaldo legal para usar o <\/span><span><strong>banheiro<\/strong><\/span><span> das mulheres. Em seguida, o l\u00edder afirmou que ele poderia usar o banheiro unissex da igreja.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cEu sou uma mulher como qualquer outra\u201d, respondeu Paola, em grava\u00e7\u00e3o do momento feito pelo pr\u00f3prio trans.<\/span><\/p>\n<p><span>Em v\u00eddeo no Instagram na \u00faltima quinta-feira (5), Leonora \u00c1quilla, ativista trans e Coordenadora de Pol\u00edticas para LGBTI+ da Prefeitura de S\u00e3o Paulo, afirmou que entrou com uma a\u00e7\u00e3o judicial contra Davis por n\u00e3o deixar Paola usar o banheiro feminino.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cDenunciei um pastor evang\u00e9lico de Santo Andr\u00e9 que proibiu a menina trans de utilizar o banheiro feminino em evento pago. Ela foi expulsa do local sem o devido reembolso\u201d, alegou Leonora.<\/span><\/p>\n<blockquote data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink=\"https:\/\/www.instagram.com\/reel\/DVgBejljh-5\/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\"><\/blockquote>\n<p><strong>Banheiro unissex como op\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><span>Nos coment\u00e1rios do v\u00eddeo, muitos membros da Igreja Ale\u0301m do Ve\u0301u contrariam a vers\u00e3o da ativista Leonora, afirmando que o trans foi tratado com respeito e n\u00e3o foi expulso do evento.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cA situa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 sendo exposta publicamente n\u00e3o corresponde \u00e0 forma como os fatos realmente aconteceram. A pessoa em quest\u00e3o desejava utilizar o banheiro e, sim, foi oferecida uma alternativa para que pudesse faz\u00ea-lo. Por isso, \u00e9 muito importante buscar a verdade antes de fazer acusa\u00e7\u00f5es. Nosso pastor \u00e9 um homem \u00edntegro, respeitado por todos que fazem parte da igreja e por aqueles que conhecem o seu car\u00e1ter e sua trajet\u00f3ria\u201d, escreveu uma mulher.<\/span><\/p>\n<p><span>Outra fiel afirmou: \u201cEu sou membro dessa igreja, inclusive volunt\u00e1ria que \u00e0s vezes serve no banheiro, e posso garantir que a instru\u00e7\u00e3o recebida \u00e9 de que as pessoas trans sejam orientadas a usar o banheiro acess\u00edvel, ou seja, dessa forma ela ter\u00e1 acesso ao sanit\u00e1rio onde far\u00e1 o uso individual. Ent\u00e3o, a Paola n\u00e3o foi impedida de fazer o uso do banheiro, foi instru\u00edda de que deveria usar o banheiro acess\u00edvel. A nossa igreja aceita a todos por\u00e9m n\u00e3o compactua com tudo\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>Uma volunt\u00e1ria da igreja garantiu que o trans foi bem recepcionado no culto: \u201cNosso pastor foi super respeitoso, pediu com muita educa\u00e7\u00e3o que se encaminhasse pro banheiro unissex, ela simplesmente saiu dando ombreada no pastor. Foi recebida com muita educa\u00e7\u00e3o e aten\u00e7\u00e3o, eu mesma fiz o check-in dela. Ela intimidou as meninas que estavam servindo no banheiro, falando alto e grosso, deixando-as at\u00e9 com medo\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>E uma membro ressaltou: \u201cAcolher pessoas n\u00e3o significa abrir m\u00e3o de princ\u00edpios ou permitir que cada um fa\u00e7a aquilo que quiser dentro da casa de Deus. Seguiremos firmes em nossa f\u00e9, acolhendo vidas, orando por todos e cuidando da nossa comunidade com responsabilidade, respeito e amor\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>A Igreja Ale\u0301m do Ve\u0301u n\u00e3o se manifestou sobre o caso.<\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um pastor est\u00e1 sendo processado na Justi\u00e7a ap\u00f3s impedir um transg\u00eanero de usar o banheiro feminino da igreja, em Santo Andr\u00e9 (SP). O caso aconteceu durante um evento na Igreja Ale\u0301m do Ve\u0301u, no dia 20 de fevereiro. O homem trans, chamado Paola Bracho Mostarda Baracho, estava participando do culto e tentou usar o banheiro feminino. Ent\u00e3o, o pastor Davis Machado Oliveira se apresentou e informou que ele n\u00e3o tinha respaldo legal para usar o banheiro das mulheres. Em seguida, o l\u00edder afirmou que ele poderia usar o banheiro unissex da igreja. \u201cEu sou uma mulher como qualquer outra\u201d, respondeu Paola, em grava\u00e7\u00e3o do momento feito pelo pr\u00f3prio trans. Em v\u00eddeo no Instagram na \u00faltima quinta-feira (5), Leonora \u00c1quilla, ativista trans e Coordenadora de Pol\u00edticas para LGBTI+ da Prefeitura de S\u00e3o Paulo, afirmou que entrou com uma a\u00e7\u00e3o judicial contra Davis por n\u00e3o deixar Paola usar o banheiro feminino. \u201cDenunciei um pastor evang\u00e9lico de Santo Andr\u00e9 que proibiu a menina trans de utilizar o banheiro feminino em evento pago. Ela foi expulsa do local sem o devido reembolso\u201d, alegou Leonora. Banheiro unissex como op\u00e7\u00e3o Nos coment\u00e1rios do v\u00eddeo, muitos membros da Igreja Ale\u0301m do Ve\u0301u contrariam a vers\u00e3o da ativista Leonora, afirmando que o trans foi tratado com respeito e n\u00e3o foi expulso do evento. \u201cA situa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 sendo exposta publicamente n\u00e3o corresponde \u00e0 forma como os fatos realmente aconteceram. A pessoa em quest\u00e3o desejava utilizar o banheiro e, sim, foi oferecida uma alternativa para que pudesse faz\u00ea-lo. Por isso, \u00e9 muito importante buscar a verdade antes de fazer acusa\u00e7\u00f5es. Nosso pastor \u00e9 um homem \u00edntegro, respeitado por todos que fazem parte da igreja e por aqueles que conhecem o seu car\u00e1ter e sua trajet\u00f3ria\u201d, escreveu uma mulher. Outra fiel afirmou: \u201cEu sou membro dessa igreja, inclusive volunt\u00e1ria que \u00e0s vezes serve no banheiro, e posso garantir que a instru\u00e7\u00e3o recebida \u00e9 de que as pessoas trans sejam orientadas a usar o banheiro acess\u00edvel, ou seja, dessa forma ela ter\u00e1 acesso ao sanit\u00e1rio onde far\u00e1 o uso individual. Ent\u00e3o, a Paola n\u00e3o foi impedida de fazer o uso do banheiro, foi instru\u00edda de que deveria usar o banheiro acess\u00edvel. A nossa igreja aceita a todos por\u00e9m n\u00e3o compactua com tudo\u201d. Uma volunt\u00e1ria da igreja garantiu que o trans foi bem recepcionado no culto: \u201cNosso pastor foi super respeitoso, pediu com muita educa\u00e7\u00e3o que se encaminhasse pro banheiro unissex, ela simplesmente saiu dando ombreada no pastor. Foi recebida com muita educa\u00e7\u00e3o e aten\u00e7\u00e3o, eu mesma fiz o check-in dela. 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